Cachorros: os melhores companheiros

Eles são fofinhos, grandes, pequenos e uma variedade de raças diferentes. Mas a melhor característica desses companheiros de quatro patas é que eles são nossos amigos fiéis.

 http://www.bioorbis.org/2014/03/o-melhor-amigo-do-homem.html
Pelos caminhos mais curtos e perigosos, eles estarão sempre ao seu lado. Fonte da imagem: pixabay.

VAMOS DESCOBRIR...

O cão (Canis familiaris), é um mamífero doméstico do qual existem diversas raças adestradas, como cães de guarda, policiais, pastores, de tiro, de caça e de luxo. Vivem aproximadamente até os 20 anos. Suas características são muito variadas, de modo que se tornou impossível descrever o cão.


CÃES NA PRÉ-HISTÓRIA

Registros pré-históricos encontrados na Espanha demonstram que o cão era usado como animal de caça há cerca de 7 mil anos. O historiador Heródoto conta que, no Egito, quando morria um cão, o dono e sua família ficavam de luto. O cão é o mais antigo dos animais domésticos, e tem uma altura variável entre 20 cm (chihuahua) e 1 metro (são-bernardo). Pesa no mínimo 1.500 g e, no máximo, quase 100 kg. 


Fonte da imagem: pixabay.

Depois, ao longo dos séculos, especializou as raças nas funções mais diversas: para a guarda (o cão tem uma aguda noção de território), a vigilância de rebanhos, a participação em diferentes modalidades de caça, a tração de trenós, a orientação de cegos, as competições (corridas de galgos) ou simplesmente para fazer companhia ao dono.


Fonte da imagem: pixabay.

Os cães aprendem a nadar, a dar saltos, a aproximar-se de uma presa em silêncio, a identificar um cheiro determinado, etc.


DENTES EM COMUM 

Todos os cachorros tem algo em comum entre todas as raças, a mesma fórmula dentária, que têm 42 dentes, 12 incisivos, 4 caninos, 16 pré-molares e 10 molares. Os dentes caninos mais agudos e mais fortes nos canídeos selvagens aferram a presa; os molares servem para cortar a carne.


CAMINHANDO NAS PONTAS DOS DEDOS

Os canídeos andam sobre as pontas dos dedos. As patas anteriores possuem cinco dedos e as posteriores, quatro. Todos terminam em unhas muito fortes, que não se retraem, ocultando-se, como as dos gatos.


FAMÍLIA DOS CANÍDEOS

A família dos canídeos é bem variada, pertencem animais ferozes como o lobo ou o dingo, astutos como a raposa e o animai mais fiel ao homem: o cão.


Fonte da imagem: pixabay.

Veja alguns exemplares dos canídeos mais comuns, além do cão: o chacal, o coiote, o lobo, o dingo, a raposa, o feneco e a hiena. Acredita-se que o cão descenda do lobo e do chacal, espécies com as quais é capaz de cruzar-se perfeitamente. Da raposa, a distância que o separa é maior.


REPRODUÇÃO

Foto: Annanda Tonini.

A reprodução do cão é rápida, com 2 meses de gestação, seis semanas de amamentação, dentição definitiva aos cinco meses e maturidade sexual com um ano (dois períodos fecundos por ano, geralmente em Janeiro e Agosto).


Foto: Cleverson Felix.

CARACTERÍSTICAS SEMELHANTES

Você pode até fazer careta ao ver pessoas conversando com seus animais de estimação como se eles fossem humanos, ou ao assistir vídeos do YouTube de cães supostamente falando inglês com seus donos, dizendo palavras como “banana” e “I love you”. E com boas razões: ainda que cães tenham a capacidade de compreender mais de 100 palavras, estudos demonstraram que o Totó não consegue falar idiomas humanos ou compreendê-los com a mesma complexidade que nós fazemos.


Fonte da imagem: pixabay.

Mas pesquisadores descobriram que cérebros caninos e humanos processam as vocalizações e emoções de outros de maneira mais semelhante do que se pensava anteriormente. As descobertas sugerem que apesar de cães não conseguirem discutir a teoria da relatividade conosco, eles de fato parecem funcionar de uma maneira que os ajuda a compreender o que estamos sentindo ao atentar para os sons que fazemos.

Fonte da imagem: folhadeagenda.

Para comparar cérebros ativos de humanos e cães, o pesquisador de pós-doutorado Attila Andics e sua equipe do Grupo de Pesquisa de Etologia Comparativa MTA-ELTE, na Hungria, treinou 11 cães para ficarem parados em um aparelho de ressonância magnética funcional durante vários intervalos de seis minutos para que pesquisadores pudessem conduzir o mesmo experimento tanto em participantes humanos quanto caninos.


Fonte da imagem: pixabay.

Os dois grupos ouviram quase 200 sons produzidos por cães e por humanos – de lamentos e choros, a risadas e latidos alegres – enquanto a equipe observava sua atividade cerebral.

O estudo resultante, publicado na Current Biology, revela que cérebros caninos têm regiões sensíveis a voz, e também que essas áreas neurológicas se parecem com as humanas.

Referências 


ADOTE UM AMIGO PET

ONG Cão Viver
Conheça o trabalho da ONG Cão Viver. Se quiser adotar um amiguinho pet, é só clicar na imagem acima ou neste link: CÃO VIVER.

E NÃO DEIXE DE NOS SEGUIR NAS NOSSAS COLEÇÕES DO GOOGLE+, É SÓ CLICAR NAS IMAGENS ABAIXO PARA ACESSAR OS LINKS:

 https://plus.google.com/collection/YU0mQB https://plus.google.com/collection/0LmdQB https://plus.google.com/collection/8ZnoQB

Nenhum comentário:

Postar um comentário