Aves predadoras gigantes

Equipado com um bico extraordinariamente profundo, estas aves de seis metros de altura foram uma das maiores criaturas que perambulam pelas florestas da Europa pré-histórica e América do Norte.

 http://www.bioorbis.org/2014/04/passaro-pre-historico-gigante.html
As aves gigantes. Fonte da imagem: Cryptomundo.

VAMOS DESCOBRIR...

DINOSSAUROS NÃO-VOADORES


Apesar de não ser tão grande como os maiores dinossauros não-voadores, Gastornis foi, no entanto, um gigante em seu auge no Paleoceno e Eoceno entre 55 e 40 milhões de anos atrás.


Na Europa, o pássaro se elevou sobre os mamíferos que habitavam as mesmas florestas, os maiores herbívoros e carnívoros do época eram aproximadamente do tamanho de um pastor alemão, com muitos sendo consideravelmente menores. (Na América do Norte, onde os fósseis de Gastornis foram previamente identificado como "Diatryma", alguns dos mamíferos herbívoros contemporâneos cresceram para tamanhos maiores, mas ainda havia muitos animais menores corrida.) 

Gastornis
O esqueleto de Gastornis em exposição no Museu Nacional de História Natural. Foto por Brian Switek.

Por isso, parecia natural que o pássaro monstruoso teria predado mamíferos, pulando em cima de cavalos e primatas com o seu poderoso bico. Em museus e documentários, Gastornis marcou o último suspiro depois da dominação dos dinossauros e antes dos grandes mamíferos assumirem o mundo.



Os músculos reais do Gastornis apodrecido mais de 40 milhões de anos atrás, mas a mandíbula inferior da ave apresenta um amplo espaço para o músculo adutor externo para anexar. Tomados em conjunto, o bico do pássaro, pés, musculatura reconstruídos e assinatura química melhor atendem a uma grande herbívoro que comiam plantas, em vez de mamíferos que viveram sob seus pés.


PREDADORES GIGANTES


Normalmente não pensamos nas aves como sendo assustadoras, embora algumas águias tenham 2 metros ou mais de envergadura de asas. Contudo, a extinção dos dinossauros no final da Era Mesozoica a zona adaptativa dos carnívoros bípedes foi ocupada pelas aves gigantes que não voavam desde o Paleoceno até o Pleistoceno.



Os mais antigos destes análogos a dinossauros foram as "diatrimas" (crânios aterradores), que são conhecidas dos depósitos do Paleoceno e do Eoceno, na América do Norte e na Europa. As "diatrimas" tinham 2 metros de altura, pernas maciças e artelhos com garras enormes. A cabeça era imensa - aproximadamente tão grande quanto à de um cavalo - e tinha um enorme bico em forma de gancho. A análise mecânica d o aparelho alimentar da Diatryma sugere que as aves eram equipadas para serem predadoras ferozes: "tudo quanto a Diatryma comesse ela podia morder com firmeza".

ave
Fonte da imagem: EdenNoori Wikia

De fato o crânio e as maxilas da Diatryma revelam ramos mandibulares compactos e a evidência de músculos adutores maciços. Essas características não estão presentes em nenhuma ave atual (talvez felizmente para nós), mas elas pode m ser observadas nas hienas e estão associadas à habilidade de triturar ossos. Talvez as Diatryma, assim com o as hienas, eram tanto saprófagas com o predadoras, sendo capazes de moer os ossos para comer a medula óssea no seu interior.


A América do Sul ficou isolada dos continentes do norte no Cenozoico Inferior e outras linhagens d e aves predadoras gigantes, os Phorusrhacidae, evoluíram nesse continente. Os Phorusrhacidae, que tinham de 1,5 a 2,5 metros de altura, e de compleição mais delicada que as "diatrimas " e provavelmente melhores corredores. Com o as "diatrimas", os Phorusrhacidae tinham bicos enorme s e m gancho e garras possantes.


Os Phorusrhacidae são conhecidos na América do Sul desde o Oligoceno até o final do Plioceno; desapareceram mais ou menos na época do grande intercâmbio de fauna, entre as Américas do Norte e do Sul. Contudo, um Phorusrhacidae é conhecido dos depósitos do Pleistoceno, na Flórida, representando um gênero que, aparentemente, deslocou-se para o Norte, através da ponte de terra da América Central.


Referências 

POUGH, F. Harvery; JANIS, Christine M; HEISER, John B. A vida dos vertebrados. Atheneu Editora São Paulo, 2006.
Sites: National Geographic

Vejam um vídeo abaixo do canal MARTINEZZZ365 (em inglês):



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