Pterossauros brasileiros

Isso mesmo, aqui no Brasil também já teve dinossauros,  e também grandes répteis que voavam, confiram os pterossauros brasileiros.


https://www.bioorbis.org/2015/01/pterossauros-brasileiros.html
Um cenário feito pelo artista Masato Hattori, mostrando como seria a vida dos pterossauros brasileiros (Caiuajara dobruskii) .Fonte da imagem: AVPH.

VAMOS DESCOBRIR...

✅ Canal no Youtube | Inscreva-se AGORA ✅
 https://www.youtube.com/channel/UCdjF1j_jYXGznBq955YWDoQ?sub_confirmation=1

Paleontólogos brasileiros desenterraram uma grande berço de ossos com pelo menos 47 indivíduos de um pterossauro até então desconhecido. Foi nomeado de Caiuajara dobruskii.



A DESCOBERTA DO PTEROSSAURO BRASILEIRO


A espécie de pterossauro que foi nomeada de Caiuajara dobruskii (veja na Figura 2) viveram no que é hoje o sul do Brasil entre 94 e 72 milhões de anos, no período Cretáceo. Este réptil era gregário, vivendo em colônias, e muito provavelmente precocial, sendo capaz de voar a uma idade muito jovem.

Figura 2. Esta é uma reconstrução de como seria em vida. Mostrando os três estágios de crescimento de Caiuajara dobruskii. Crédito da imagem: Maurilio Oliveira / Museu Nacional-UFRJ.

Os ossos fósseis de Caiuajara dobruskii (veja na Figura 3) foram coletados a partir da Formação Goio-Erê, no estado do Paraná no sul do Brasil. Eles pertenciam a pelo menos 47 indivíduos que variam de jovens para adultos, com uma asa que mede cerca de 0,65 a 2,35 m.

Várias características anatômicas mostram que Caiuajara dobruskii pertence a Tapejaridae, um clado de pterossaurospterodáctilos desdentados.




De acordo com um artigo publicado na revista PLoS ONE, Caiuajara dobruskii é o mais novo membro da família Tapejaridae e a ocorrência mais meridional conhecido do clado.


Figura 3. Crânios de Caiuajara dobruskii. As linhas pontilhadas simbolizam como era o resto do formato de seus crânios. Crédito da imagem: Manzig PC et al.

"Várias características da cabeça de Caiuajara dobruskii diferem de todos os outros membros deste clado, incluindo a presença de uma expansão óssea projetada no interior da grande abertura no crânio em frente dos olhos, e as depressões arredondadas na superfície exterior do maxilar, "os paleontólogos explicaram.



"Répteis mais jovens e mais velhos variam principalmente no tamanho e ângulo da crista óssea no topo da cabeça. A crista parece mudar dos pequenos e inclinar em juvenis, e depois ficam bem grandes e íngreme nos adultos. "

Referências
POUGH, F. Harvery; JANIS, Christine M; HEISER, John B. A vida dos vertebrados. Atheneu Editora São Paulo, 2006.
Sites: Sri-News.com.

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Olá Tiago,

      Agradecemos pelo comentário e por ter gostado da postagem.

      Um grande abraço.

      Equipe BioOrbis.

      Excluir

Imagens de tema por A330Pilot. Tecnologia do Blogger.