terça-feira, 22 de março de 2016

Thomas Edison

“Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez.”

Fonte da imagem: en.wikipedia.org.

VAMOS CONHECÊ-LO...

Nome: Thomas Alva Edison

Nacionalidade: Estados Unidos

Nascimento: 11 de fevereiro de 1847
Local: Milan, Ohio

Morte: 18 de outubro de 1931 (84 anos)
Local: West Orange, Nova Jersey

Cônjuge: Mary Stilwell (1871-1884), Mina Edison (1886-1931)

Área: Física, inventor

Conhecido por: elaborar resultados para uma nova lâmpada elétrica

Prêmios: Medalha Matteucci (1887), Medalha John Fritz (1908), Medalha Franklin (1915)




A LÂMPADA ELÉTRICA

A invenção da lâmpada elétrica envolveu o trabalho de dezenas de pesquisadores e inventores. A lâmpada de arco de Davy, além do alto consumo de energia, tinha um desgaste muito rápido e uma intensidade forte demais. Sua luminosidade não era controlável e, por isso, só podia ser usada em grandes ambientes, ruas e praças públicas.

Humphry Davy. Fonte da imagem: parquedaciencia.blogspot.com.br.

Logo se percebeu que a melhor ideia seria utilizar filamentos, pequenos fios que, percorridos por correntes elétricas, se aquecessem até emitir luz com a intensidade desejada. As pesquisas se voltaram então para a busca do material adequado para construir esse filamento. Verificou-se, ainda, que ele deveria ficar dentro de um globo de vidro com vácuo, para que não se queimasse muito rapidamente.

Em 1845, o americano Starr e o inglês King construíram a primeira lâmpada com elemento de carvão incandescente, colocado dentro de uma ampola de vidro com vácuo. A lâmpada de filamento, semelhante à que conhecemos hoje, só surgiria trinta anos mais tarde. Durante esse tempo, inúmeros pesquisadores procuraram o melhor material para o filamento. Entre esses pesquisadores, destacava-se o empresário americano Thomas Alva Edison, considerado um gênio da tecnologia.

Thomas Edison em seu experimento para criar sua lâmpada. Fonte da imagem: youtube.com.

Edison estava preocupado em obter uma lâmpada que fosse adequada ao sistema de iluminação que estava projetando. Ele e seus assistentes experimentaram mais de 1.600 tipos de materiais não-metálicos, buscando uma eficiente e econômico. Em 1879, chegou-se ao resultado esperado com uma lâmpada de alto vácuo. Feita com um fio de algodão carbonizado, essa lâmpada ficou acesa durante dois dias. Os filamentos que, afinal, foram aprovados só foram utilizados a partir do ano seguinte. Eram de papel ou bambu carbonizados. Mais tarde, esses filamentos passaram a ser feitos de tungstênio.

Edison com sua invenção. Fonte da imagem: pensador.com.

É importante salientar que Thomas Edison não inventou a lâmpada. Ele apenas elaborou os resultados dos muitos estudos e experimento que já existiam.

A ideia de um inventor solitário que, a partir de uma ideia luminosa, cria algo inteiramente novo é uma fantasia. As invenções resultam de todo um desenvolvimento científico e tecnológico de uma época.

Lâmpada de tungstênio. Fonte da imagem: aculpanaoeminha2016.blogspot.com.br.

VOCÊ SABIA?

A lâmpada mais antiga encontrada data de cerca de 20.000 anos. Trata-se de uma concavidade de pedra, onde se colocava combustível (o azeite) e um pavio que queimava aos poucos. Esse tipo de lâmpada continuou em uso (com aperfeiçoamentos e feita também em argila ou metal) até o século XVIII, queimando azeites vegetais ou óleos animais (de peixes, de baleia etc.).

Fonte da imagem: semeandorccpdf.blogspot.com.br.

A invenção da vela, por sua vez, aconteceu provavelmente no século I em Roma. As primeiras velas eram de sebo ou cera de abelha, inconvenientes pela fumaça e pelo mau cheiro (as de sebo) e pelo custo elevado (as de cera). Por volta de 1780 aparece a vela de espermacete (substância cerosa extraída da cabeça do cachalote, um mamífero marinho). No século XIX o espermacete foi substituído por parafina. Este antigo material e os pavios de algodão trançado continuam presentes nas velas atuais.

Fonte: PARANÁ, Djsalma Nunes da Silva. Física Eletricidade. Editora Ática, 7ª edição. 1999.

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Um comentário:

  1. Maravilhoso saber a respeito desses gênios célebres só enriquece mais a nossa bagagem de conhecimento.

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