Quais são os animais nas notas de dinheiro?

Para muitos pode não ser um mistério, e que já até sabem quais são os animais atrás das notas de dinheiro. Mas pra você que é curioso e ainda não sabe quais são, venha com a gente.

 https://www.bioorbis.org/2018/08/animais-notas-dinheiro.html
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Após sucessivas trocas monetárias, o Brasil adotou o Real em 1 de julho de 1994, que, aliado à drástica queda das taxas de inflação, constituiu uma moeda estável para o país.

Usamos essas notas de dinheiro o tempo todo, muitos devem se perguntar, “quais são esses animais atrás das notas?”.


Pixabay/Domínio Público.

Obviamente alguns com certeza já sabem quais são só de bater o olho neles, como exemplo a onça pintada.

Esses incríveis animais representam a nossa fauna extraordinária. Alguns deles infelizmente correm o risco de extinção segundo a IUCN e as listas oficiais do IBAMA.

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Então agora vamos saber quais são e um pouco de cada um deles:



Nota de um Real: beija-flor-de-peito-azul


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Fonte da imagem: mercadolivre.

Desde meados de 2005, as notas de um real deixaram de ser fabricadas. Mas, até então, nelas aparecia o beija-flor-de-peito-azul (Amazilia lactea) uma ave da família Trochilidae, é um dos menores beija-flores.

Espécie de ampla distribuição no Brasil oriental e nos Andes. Ambos os sexos distinguem-se de outras espécies congêneres e de outros beija-flores pela combinação de cores da garganta, barriga e flancos (azul, branca e verde, respectivamente). Também apresentam a base da mandíbula rosada e uma conspícua mancha pós-ocular branca.


Beija-flor-de-peito-azul (Amazilia lactea). Foto por Carlos Henrique: flickr.com

Frequenta áreas semiabertas, cerrados, eucaliptais, cidades, zona rural, capoeiras e beira de matas secas. Aprecia flores de mamoeiros e laranjeiras em pomares, visita bebedouros de água açucarada e costuma tomar banhos de sol em poleiros específicos em seu território.

Seu estado de conservação pela IUCN e as listas do IBAMA é considerado pouco preocupante.

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Nota de dois reais: tartaruga-de-pente


Fonte da imagem: numismaticacameroni.

A tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) é uma tartaruga marinha da família dos Quelônios, encontrada em mares tropicais e subtropicais.

Com a urbanização de praias e capturas acidentais, a quantidade de animais da espécie vem reduzindo drasticamente com o passar dos anos. Apesar disso, é possível verificar que algumas populações estão se recuperando graças aos esforços de preservação locais, mesmo que em pequena esfera.


A tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata). Fonte da imagem: nestonline.org

Seu estado de conservação pela IUCN e nas litas do IBAMA é considerada criticamente em perigo.

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Nota de cinco reais: garça-branca-grande


Fonte da imagem: numismaticacameroni.

A garça-branca-grande (Ardea alba), é uma ave da ordem Pelecaniformes. Uma das mais elegantes espécies de garças brancas, frequenta a margem das matas ripárias ribeirinhas, matas de galeria e bordas de lagos, e praticamente todos os tipos de ambientes aquáticos do Brasil.

Consome todo tipo de presas de hábitos aquáticos ou semi-aquáticos. Aproxima-se sorrateiramente, “pé ante pé”, com o corpo abaixado e o pescoço recolhido, desferindo sua bicada certeira ao projetar seu longo pescoço. Ave mansa e confiada, permanece imóvel observando a aproximação de estranhos, voando por fim e coaxando em protesto.


A garça-branca-grande. Foto: Cleverson Felix.

Durante os meses de enchente nos rios amazônicos, realiza deslocamentos sazonais, tornando-se abundante em certos locais. Ante a presença de um inimigo nas proximidades do ninho, ou em meio ao ninhal, quase todos os pais tentam voar ao mesmo tempo, interferindo e tumultuando o tráfego aéreo sobre o ninhal, confundindo seu adversário.

Seu estado de conservação pela IUCN e as listas oficiais do IBAMA, é considerada pouco preocupante.

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Nota de dez reais: arara-vermelha


Fonte da imagem: blog.guiabolso.

A arara-vermelha-grande (Ara chloropterus) é uma ave da família Psittacidae. Não é considerada como sendo ameaçada embora tenha desaparecido de lugares onde antes era comum.

Foi registrada no início do século XIX por Wied, no Espírito Santo e no sul da Bahia, e contra que era comum na Mata Atlântica litorânea na época do descobrimento do Brasil. Foi localmente extinta nestes lugares que ocorria antigamente, como no Espírito Santo, boa parte da Bahia e possivelmente o norte do Rio de Janeiro.


Arara-vermelha-grande (Ara chloropterus). Pixabay/Domínio Público.

Gosta de se alimentar do fruto do buriti e coquinhos. Seus hábitos de nidificação e alimentação são semelhantes aos de seus congêneres.

Seu estado de conservação pela IUCN e pelas listas oficiais do IBAMA, é considerada pouco preocupante.

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Nota de vinte reais: mico-leão-dourado


Fonte da imagem: numismaticacameroni.com

O pequeno e raro mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) é uma espécie de primata endêmica do Brasil. São animais diurnos e muito ativos durante as primeiras horas da manhã.

Possuem comportamentos sociais muito semelhantes a de outros primatas. É relativamente livre de ectoparasitas, provavelmente devido à catação, tanto social, quanto solitária.


Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia). Pixabay/Domínio Público.

Seu estado de conservação pela IUCN e pelas listas oficias do IBAMA, é considerado em perigo.

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Nota de cinquenta reais: onça-pintada


Fonte da imagem: saoraimundo.

A onça-pintada (Panthera onca) é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano.

Enquanto os outros gatos utilizam uma técnica de caça com bote no pescoço seguida de sufocamento, a onça crava os caninos na cabeça da presa e perfura o crânio da vítima até chegar ao cérebro.


Onça-pintada (Panthera onca). Pixabay/Domínio Público.

Está ameaçada de extinção e seu número está em queda. As ameaças à espécie incluem a perda e a fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos

Seu estado de conservação pela IUCN e pelas listas do IBAMA, é considerada vulnerável.

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Nota de cem reais: garoupa


Fonte da imagem: pinterest.

A garoupa-verdadeira (Epinephelus marginatus) é um peixe que pertence à família Serranidae. É um peixe muito comum no sudeste do Brasil. Se alimenta basicamente de peixes menores e crustáceos.

Uma característica curiosa dessa espécie é que as garoupas são hermafroditas, nascem como fêmeas e se tornam machos por volta dos nove ou dez anos de idade. Podem atingir até 120 centímetros de comprimento e há registros de animais com 50 anos de idade. Infelizmente, muitas não chegam tão longe devido à pesca indiscriminada. Aliás, por demorar até poder se reproduzir e ser muito apreciada na culinária mundial.


Garoupa-verdadeira (Epinephelus marginatus). Fonte da imagem:  animacuatic.com

Seu estado de conservação pela IUCN e pelas listas oficiais do IBAMA, é considerado em perigo.

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Referências
SIGRIST, Tomas. Avifauna Brasileira – Guia de Campo Avis Brasilis. 4ª edição Vinhedo / SP. AvisBrasilis Editora, 2014.
Sites: diariodebiologia.com
amociencias.webnode.com.br

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