Extinção: O Mundo em Perigo [ZONA 5]

Vamos a continuação da postagem ‘Extinção: O Mundo em Perigo [ZONA 4]’, agora será a ZONA 5: Indo-Oriental.

 https://www.bioorbis.org/2018/10/extincao-animais-oriente-zona-4.html

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Extinção, uma palavra que para nós humanos é uma coisa temida desde a alvorada das descobertas da ciência. Ela é um processo natural, e a maioria dos animais e plantas que evolui durante milhões de anos desde o início da vida está agora extinta. No entanto, ao longo dos últimos 400 anos, a taxa de extinção está sendo acelerada em velocidade desastrosa.

A cada dia, a cada hora e a cada minuto espécies no mundo inteiro são extintas. Mais de 5. 000 espécies animais estão atualmente ameaçadas, e os cientistas predizem que, se a atual tendência no meio ambiente continuar, uma em cada quatro espécies vegetais poderá estar extinta em torno do ano 2050. E este problema não se restringe somente às florestas tropicais, também em outras localidades, como na Europa, 380 espécies de borboletas estão ameaçadas, 15 estão praticamente extintas.

CAUSAS DA EXTINÇÃO DE ANIMAIS E PLANTAS


Destruição do ambiente natural


Um número cada vez maio de plantas e animais está sendo ameaçado ou até mesmo extinto, e a causa principal é a perda do seu ambiente ou habitat.


Um outro fator que pode também ser uma causa para a extinção de animais e plantas é a desigualdade econômica entre os países. Esse fato contribuiu, por exemplo, para o trágico desaparecimento das florestas nas regiões tropicais do mundo, causado pela exploração de madeiras de lei, como o mogno. Muitos grupos de preservação ambiental nas nações ricas, proibiram a importação de madeira tropical, mas para muitos países pobres a floresta tropical figura entre os poucos recursos que geram a entrada de capital estrangeiro necessário para a importação de produtos essenciais.

Caça


A caça sempre causaram a extinção das espécies. Leões foram totalmente dizimados da Grécia na Idade do Bronze, e os ursos e castores desapareceram da Grã-Bretanha em torno do século XII. A caça por marfim, peles e outros produtos raramente foi bem controlada e até hoje causa extinção de espécies.

Poluição


Nosso alimento está contaminado por pesticidas e produtos químicos jogados pelas indústrias nos rios e no solo. Os vazamentos de óleo no mar causam mortalidade de pássaros e mamíferos. A poluição do ar é ainda mais grave, pois os gases expelidos pelas indústrias sobem para a atmosfera e retêm o calor do sol, criando o efeito estufa. O fato de que esses gases resultarão no aquecimento do globo é uma preocupação mundial, mas é desacreditada de alguns cientistas.

Introdução de espécies


A natureza quando em equilíbrio, impõe resistência às populações, de forma que há um controle das densidades populacionais. Dentre os fatores de controle pode-se mencionar competição, predação, parasitismo, restrição de alimento e diminuição de território para reprodução.


Quando introduzimos em um ambiente uma espécie de outro ecossistema ou bioma, essa resistência da natureza pode acabar não ocorrendo, seja por não haver predadores dessa espécie no novo ambiente ou por haver grande oferta de território para reprodução, de alimento farto ou de outros fatores. Isso faz com que a espécie introduzida aumente sua população e provoque desequilíbrios ecológicos.

A LUTA PELA CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO DAS ESPÉCIES


Qualquer que seja a justificativa para a conservação da vida selvagem e do meio ambiental, uma coisa é certa: a destruição não pode continuar, nem mesmo algumas décadas mais, sem que haja o colapso de ecossistemas completos e de populações humanas inteiras.


A biodiversidade é um fator fundamental para a vida no planeta, tanto em vista do ponto Biológico quanto do ponto vista Natural, Genético, Físico e Químico, para a vida sustentável no planeta Terra.

Agora abaixo algumas espécies que correm o risco de extinção que talvez vocês não sabiam. Região biogeográfica - [ZONA 5]

ZONA 5: REGIÃO INDO-ORIENTAL


região-indo-oriental
Fonte da imagem: wikipedia.

Abrange o território ao sul do Himalaia passando pela Indochina e península da Malásia até as ilhas a sudeste da Ásia cuja a fronteira é questionável.

TIGRE (Panthera tigris)


TIGRE-Panthera-tigris

Nome científico: Panthera tigris
Tamanho: 3 m.
Cor: Marrom-alaranjado com listras pretas e marcas faciais brancas.
Ocorrência: Índia, Tailândia, Malásia, Indonésia, China.
Estado de conservação pela IUCN: em perigo


O dramático declínio do tigre na Índia talvez tenha diminuído ou estacionado com a criação de reservas para tigres no subcontinente, mas seu futuro ainda é muito incerto. Existem cerca de 4.000 animais na Índia e uma população mundial em torno de 8.000 animais.

LEOPARDO-DE-AMUR (Panthera pardus orientalis)


LEOPARDO-DE-AMUR-Panthera-pardus-orientalis
Fonte da imagem – Save the Amur Leopards

Nome científico: Panthera pardus orientalis
Tamanho: 1 m.
Cor: alaranjado com pintas pretas pelo corpo, com tufos de pelos brancos na parte do abdomem.
Ocorrência: Extremo Oriente Russo, Península Coreana e nordeste da China.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável

O leopardo-de-amur é a subespécie de leopardo mais setentrional, a qual habita hoje em dia os montes Sikhote-Alin. É também conhecido como leopardo-siberiano e leopardo-do-extremo-oriente.

GRANDE RINOCERONTE INDIANO (Rhinoceros unicornis)


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Nome científico: Rhinoceros unicornis
Tamanho: 4 m.
Cor: Grossa pele marrom-acinzentada eu torna a cor da lama na qual ele chafurda. Possuí somente um chifre.
Ocorrência: Norte da Índia e Nepal.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável


Na Idade Média, o grande rinoceronte indiano unicórnio espalhava-se do norte do Paquistão até a Tailândia. Na década de 1950 a população mundial caiu para cerca de 400 animais, mas desde então está protegida por leis internacionais, esse número vem aumentando, em particular na Índia.



PANDA VERMELHO (Ailurus fulgens)


PANDA-VERMELHO-Ailurus-fulgens

Nome científico: Ailurus fulgens
Tamanho: 60 cm.
Cor: Marrom-avermelhado com marcas faciais características.
Ocorrência: Floretas do Himalaia e Nepal.
Estado de conservação pela IUCN: em perigo


O panda pequeno ou vermelho é encontrado nas florestas temperadas do Himalaia, acima de 1.500 m. Passa o dia dormindo no topo das árvores e desce no fim da tarde para se alimentar. Tem sido procurado por sua pelagem farta e macia e também por ser popular como animal de estimação.

MACACO RABO-DE-LEÃO (Macaca silenus)


MACACO-RABO-DE-LEÃO-Macaca-silenus
Fonte da imagem: wikipedia.

Nome científico: Macaca silenus
Tamanho: 40 cm.
Cor: Preto acinzentado com pelo facial marrom mais claro.
Ocorrência: Sul da Índia.
Estado de conservação pela IUCN: em perigo

Cerca de 400 animais sobrevivem nas florestas tropicais de Ghats ocidental, no sul da Índia. Seu habitat foi drasticamente reduzido pela agricultura indiscriminada, e existem tentativas para a construção de represas hidrelétricas no Vale Silencioso, um dos seus principais redutos.

CROCODILO DA ÍNDIA (Crocodylus palustris)


CROCODILO-DA-ÍNDIA-Crocodylus-palustris
Fonte da imagem: iucnredlist

Nome científico: Crocodylus palustris
Tamanho: 4 m.
Cor: Verde-oliva a marrom.
Ocorrência: Índia e Paquistão.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável

Embora a ocorrência desde crocodilo não se tenha alternado, o número de animais foi muito reduzido na maior parte das áreas, devido à caça. Programas de reprodução em cativeiro levaram a uma reintrodução dessa espécie na natureza para tentar aumentar suas populações locais.

GAVIAL (Gavialis gangeticus)


GAVIAL-Gavialis-gangeticus

Nome científico: Gavialis gangeticus
Tamanho: 6,5 m.
Cor: Verde-oliva, parte inferior mais clara com focinho chato alongado.
Ocorrência: Índia.
Estado de conservação pela IUCN: criticamente em perigo


O gavial está restrito aos rios do subcontinente nos quais se alimenta praticamente de peixes. Caçadas e represamentos de rios quase causaram a extinção dessa espécie. Como ele se reproduz bem em cativeiro, várias centenas já foram devolvidas à natureza.

ELEFANTE INDIANO (Elephas maximus)


ELEFANTE-INDIANO-Elephas-maximus

Nome científico: Elephas maximus
Tamanho: 6 m.
Cor: Marrom-acinzentado com orelhas pequenas e presas pequenas ou ausentes.
Ocorrência: Índia, Paquistão, Indochina.
Estado de conservação pela IUCN: em perigo

O elefante indiano ou asiático apresenta íntima ligação com mitologia, religião e cultura. Numerosos em várias regiões, é usado na derrubada e no transporte de toras de madeira. A redução de seu número para cerca de 30.000 deve-se à perda do habitat e à caça ilegal do marfim.

PANGOLIM (Manis crassicaudata)


PANGOLIM-Manis-crassicaudata
Fonte da imagem: edgeofexistence.

Nome científico: Manis crassicaudata
Tamanho: 50 cm.
Cor: Marrom-acinzentado com espessas escamas dotadas de pelos.
Ocorrência: Índia e China.
Estado de conservação pela IUCN: em perigo


O pangolim ou pangolim indiano é muito caçado por suas escamas, eu apresentam estrutura semelhante à do chifre do rinoceronte. A medicina oriental utiliza as escamas e o sangue desse animal que, acredita-se, curar a hemorragia interna.

GAURO (Bos gaurus)


GAURO-Bos-gaurus
Fonte da imagem: wesapiens.

Nome científico: Bos gaurus
Tamanho: 3 m.
Cor: Preto tendendo para o marrom com grandes chifres.
Ocorrência: Sul da China, Malásia.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável

Este bovino dotado de chifres longos foi domesticado e existem populações silvestres, incluindo aproximadamente 50.000 indivíduos em Arunachal Pradesh, Índia. Está ameaçado pela perda do habitat e por doenças oriundas do gado.

ORANGOTANGO (Pongo pygmaeus)


ORANGOTANGO-Pongo-pygmaeus

Nome científico: Pongo pygmaeus
Tamanho: 1,5 m.
Cor: Pelagem longa marrom-alaranjada com pele facial preta.
Ocorrência: Sumatra e Bornéu.
Estado de conservação pela IUCN: criticamente em perigo

Encontrado anteriormente na Indochina, Malásia e na China, agora está confinado não Sumatra e Bornéu, regiões nas quais ainda é numeroso. A perda do habitat, a caça por alimentos e, no passado, a captura de animais vivos para comércio contribuíram para diminuir o número de indivíduos da espécie.

LORIS LENTO (Nycticebus coucang)


LORIS-LENTO-Nycticebus coucang
Fonte da imagem: pinterest.

Nome científico: Nycticebus coucang
Tamanho: 30 cm.
Cor: Pelo marrom com visíveis listras marrom-escuras e brancas na face e ao longo do dorso.
Ocorrência: Da Índia até Java.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável


Este primata noturno passa a maior parte do tempo nas árvores, mas adaptou-se a uma variedade de ambientes incluindo florestas tropicais, matas adjacentes e terras cultivadas. A perda da copa das árvores e, na Indonésia, a caça com finalidades medicinais estão causando problemas para essa espécie.

DRAGÃO-DE-KOMODO (Varanus komodoensis)


DRAGÃO-DE-KOMODO-Varanus-komodoensis

Nome científico: Varanus komodoensis
Tamanho: 4 m.
Cor: Pele com escamas marrom-acinzentadas.
Ocorrência: Ilhas Komodo, Indonésia.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável

É o maior lagarto do mundo, atingindo até 4 m, e alimenta-se de animais do tamanho de porcos e veados. É vulnerável devido à caça e foi capturado para zoológicos, mas vem recebendo cada vez mais proteção por leis internacionais. Sua maior ameaça é o fogo nas savanas das ilhas que habitam.

ABUTRE DA ÍNDIA (Gyps indicus)


ABUTRE-DA-ÍNDIA-Gyps indicus
Fonte da imagem: wikipedia.

Nome científico: Gyps indicus
Tamanho: 92 cm.
Cor: Penas marrom-clara com pontas pretas, pescoço escuro e pelado, parte do abobem com penas claras.
Ocorrência: Índia, Uttar Pradesh, além de Gujarat e Rajasthan.
Estado de conservação pela IUCN: criticamente em perigo

O abutre da Índia, é uma das maiores aves voadoras no subcontinente indiano. Como a maioria dos abutres, ele tem uma cabeça careca, elimina por comida, move-se em bandos e ninhos em árvores e penhascos. Abutres indianos são outra espécies em vias de extinção encontrado em Uttar Pradesh, além de Gujarat e Rajasthan. O índio e os abutres brancos-rumped sofreram uma queda devastadora em números populacionais por causa de envenenamento acidental por um medicamento que foi dado ao gado eles limparam diante.

SAPO-DA-ÁRVORE-QUANG (Gracixalus quangi)


SAPO-DA-ÁRVORE-QUANG-Gracixalus-quangi
Fonte da imagem: inaturalist.

Nome científico: Gracixalus quangi
Tamanho: 20 cm.
Cor: Verde oliva, com manchas brancas pelo corpo.
Ocorrência: Vietnã.
Estado de conservação pela IUCN: vulnerável

Descoberta nas florestas altas do Vietnã, a espécie foi descrita pelos cientista como tendo um “canto doce e ritmado”. Isso porque o sapinho inova no repertório para atrair fêmeas: em vez de coaxar repetidamente, ele mistura assobios, estalos e outros sons em composições únicas – um canto nunca é igual ao outro.



PARA FICAR LIGADO NAS ESPÉCIES AMEAÇADA DE EXTINÇÃO, EM BREVE TEREMOS UMA POSTAGEM QUE ENGLOBA ESPÉCIES DA ZONA 6: REGIÃO AUSTRALÁSIA.

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