As aves tentilhões papagaios: os diamantes oceânicos do gênero Erythrura

Poucos os conhecem, e muitos veem a criação de aves como algo ruim, mas vai aqui um artigo que pode mudar sua visão.

Diamant de Nouméa. Fonte da imagem: FRANÇA, 2007.


Aqui vai mais um artigo que vamos apresentar da revista científica Atualidades Ornitológicas, que infelizmente não existe mais, como era uma revista online, o coordenador dela faleceu e ninguém seguiu com ela. Então nós aqui do BioOrbis decidimos pegar todos os artigos científicos que tinha nela e apresentar pra vocês e mais, baixar ele no final da postagem em formato PDF.

Nesta postagem vou apresentar a vocês um artigo científico que fala sobre os Os diamantes oceânicos do gênero Erythrura, artigo produzido por Guy Barat França.

Os diamantes oceânicos do gênero Erythrura


Apesar de serem menos conhecidos que seus  homólogos  australianos  como  os goulds, os mandarins e similares e, por causa disso menos procurados, estes diamantes oceânicos  exerceram  sempre  uma  atração particular sobre o pequeno mundo dos cria-dores particulares.

Não muito grandes, turbulentos, de cores brilhantes  e  vivas  (poderíamos  dizer “flashy” para usar o vocabulário da moda ) eles têm muitas qualidades tais como: Uma suficiente robustez sob os climas europeus;  um  caráter  pouco  agressivo que  lhes  permite  viver  em  bandos  mistos; uma aptidão à reprodução e à criação de seus jovens sem ter que passar sempre pelo pai de substituição clássico que é o pardal-do-japão (manon); enfim, um espécime menos complexo que muitas espécies  principalmente  australianas,  o que  os  faz  pássaros  de  escolha  para  os concursos.

Em resumo, nestes tempos de restrição de importação, mesmo de supressão, que vão inevitavelmente levar ao longo dos anos a redução da biodiversidade de nossos viveiros e, assim de nossas exposições, são os companheiros  alados  que  não  devemos  negligenciar e mesmo valorizar por uma criação cuidadosa e estruturada. É assim que o Clube Técnico UOF (União Ornitológica  da  França)  dos  Estrildídeos propõe, através de vários artigos, “reabrir o dossiê” destes pequenos granívoros que trazem para casa a magia e o exílio das ilhas longínquas.

BAIXE O PDF


Até aqui foi só a introdução, se você quiser aprofundar mais sobre o assunto, clique e baixe neste link abaixo o artigo em PDF:



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